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Origens Bolo Rei

A nossa típica coroa Natalícia de massa decorada com frutas cristalizadas foi adotada pelos lusitanos. Os primeiros registos associados a este bolo remontam do povo romano, que usava favas para eleger o rei da Festa durante os banquetes saturnais.

A Igreja Católica terá associado este jogo, característico do mês de dezembro, à época natalícia (entre os dias 25 de dezembro a 6 de janeiro). A igreja determinou que esta última data fosse designada por Dia dos Reis, cujo símbolo era a introdução de uma fava num bolo, mas cuja receita ficou perdida ao longo dos anos. O doce representa os três reis magos (Gaspar, Belchior e Baltazar) e os presentes que estes levaram ao menino Jesus no dia do seu nascimento. Assim, a côdea do bolo simboliza o ouro, as frutas cristalizadas representam a mirra e o aroma o incenso.

Os primeiros grandes vestígios deste doce de massa lêveda adornado com frutas cristalizadas surgiram em França, no século XVI, durante o reinado de D. Luís XIV.

Em Portugal ressurgiu com um chef pasteleiro Grégoire, recrutado em Toulouse em 1875 pelo patrão da “Confeitaria Nacional”, emblemática pastelaria situada no coração de Lisboa, perto da Praça do Rossio. Mais tarde, foram várias as pastelarias que adotaram a receita e passaram a comercializá-la.

Desde então, tornou-se uma das especialidades da Época Natalícia e a associação nacional dos produtores de pão e pastelaria atribui anualmente um prémio ao melhor bolo-rei do país.

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